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sábado, 31 de janeiro de 2009




"Não sei de quem é o texto mas é muito bom!!!


Conversa entre duas crianças.....


- E aí, véio?

- Beleza, cara?

- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

- Quer conversar sobre isso?

- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?

- Como assim?

- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

- Nunca.



- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?

- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?

- Hmmmm , pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?

- Como assim, véio?

- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

- Calma maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

- Tipo o quê?

- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim , do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

- Caramba! Mas por que ela fez isso?

- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

- E sabe a Francisca ali da esquina?

- A Dona Chica? Sei sim.

- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá,
paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.

- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.

- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.

- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.






quarta-feira, 28 de janeiro de 2009


Fiz esse exame e resolvi falar sobre ele, nossa gente que exame dolorido, nâo chorei por que nao era apra chorar:

site consultado: http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/003404.htm


Histerossalpingografia

Informações gerais Riscos Resultados



Nomes alternativos:
histerograma, uterossalpingografia, uterotubografia

Como é realizado o exame:
O procedimento é realizado no departamento de radiologia. Pede-se à paciente que se deite sobre a mesa e flexione os joelhos junto ao peito (posição de litotomia). Então, um espéculo é inserido na vagina e o colo uterino é limpo. Um fluoroscópio é inserido através do colo uterino e o corante é injetado, enchendo o útero e as tubas uterinas (trompas de Falópio). O corante deixa os órgãos genitais mais visíveis aos raios X, que são tirados a fim de se detectar quaisquer anormalidades.

Como se preparar para o exame:
Materiais fecais no intestino podem obstruir a visão genital necessária. Por essa razão, o médico pode receitar laxantes para serem tomados na noite anterior ao exame. Ocasionalmente, um enema ou supositórios podem ser administrados no dia do exame. O médico também pode oferecer sedativos para ajudar a paciente a relaxar durante o procedimento. É necessário assinar um termo de consentimento antes do início do exame e usar roupa hospitalar.

Informe o médico sobre quaisquer reações alérgicas ao meio de contraste que possam ter ocorrido anteriormente.

Não é necessário restringir a alimentação nem o consumo de bebidas antes do exame.

Bebês e crianças:
A preparação física e psicológica para este ou qualquer outro exame depende da idade da criança, seus interesses, experiência anterior e nível de confiança. Para obter informações específicas sobre como preparar a criança, consulte os tópicos abaixo, obedecendo aos critérios de idade correspondentes:

preparação de bebês para o exame ou procedimento (abaixo de 1 ano de idade)
preparação de crianças aprendendo a andar para o exame ou procedimento (1 a 3 anos)
preparação de crianças em idade pré-escolar para o exame ou procedimento (3 a 6 anos)
preparação de crianças em idade escolar para o exame ou procedimento (6 a 12 anos)
preparação de adolescentes para o exame ou procedimento (12 a 18 anos)

O que se sente durante o exame:
A sensação é muito semelhante à do exame de Papanicolaou. Depois do procedimento, pode-se apresentar cólicas semelhantes às cólicas menstruais. A paciente também pode sofrer um pouco de dor se o corante vazar para a cavidade abdominal.

Motivos pelos quais o exame é realizado:
Este exame é útil para diagnosticar:

tumores uterinos
aderências intra-uterinas
distúrbios de desenvolvimento
obstrução das tubas uterinas (trompas de Falópio)
lesão traumática
aderências tubárias
presença de corpos estranhos



sexta-feira, 23 de janeiro de 2009



Métodos Comportamentais ou naturais



"O corpo de uma mulher fértil revela muitos sinais sutis e claros de uma fertilidade cíclica. A história dos períodos menstruais, padrões de temperatura basal, dores abdominais na metade do ciclo, sangramento intermenstrual, turgidez das mamas, padrões de cristalização do muco, posição e consistência do colo uterino, humor e libido, são alguns dos sinais que as mulheres são capazes de perceber sobre sua própria fertilidade." (Hatcher)
Conceito: Métodos de abstinência sexual periódica fundamentadas em sinais e sintomas de fertilidade.
Existem vários tipos de métodos comportamentais


1. Método Billings (Método do muco cervical)



Método no qual a mulher avalia as alterações da quantidade e principalmente a qualidade do seu muco cervical para detectar a fase fértil do ciclo evitando a gravidez.

Muco (indicador de fertilidade)

As características do muco observada ao longo dos dias devem ser registradas em gráfico à noite com os códigos: verde para seco, amarelo para muco e vermelho para sangramento.
Sinal verde: Após a menstruação, devido aos baixos níveis de estrógeno e progesterona, o muco cervical é muito pouco ou ausente(sensação de secura). Tem característica de ser espesso, denso e pegajoso. Esta ausência de muco indica infertilidade. Se o crescimento folicular ocorrer rapidamente durante ou logo após a menstruação, o muco logo aparece e esta fase infertil É AUSENTE ou REDUZIDA EM DIAS. (nas mulheres que contém ciclo menstrual menor).




Muco pré-ovulatório, não distende, rompe-se

  • Fase fértil: encontramos nessa fase o crescimento folicular e grande produção de estrógeno, estimulando as criptas cervicais a produzirem muco, notado na mulher a sensação de umidade. O muco é fino, esticável ou filante, claro, abundante, mais aquoso (contém 98% de água). Algumas mulheres descrevem esse tipo de muco como clara de ovo, branco, embora possa ser opaco, amarelado ou avermelhado. O pico do muco correspode ao pico da secreção de estrógeno. Este dia do pico do muco, fisiologicamente , antecede a ovulação por não mais do que 3 dias.




Muco distensível, tipo fertil
Muco claro, tipo fértil, pico

  • Segunda fase infértil: após a ovulação , há então uma alteração brusca das características do muco, devido a queda dos níveis de estrógeno e aumento da progesterona, diminuindo a quantidade e as características do muco tornando-se novamente espesso, denso. (Assim, dando-se 3 dias para ovulação, mais 1 dia para a fertilidade do óvulo, a segunda fase infértil do ciclo inicia-se, geralmente no quarto dia após o dia do pico de muco).

Fonte:http://contracepcao.tripod.com/natural.htm




domingo, 18 de janeiro de 2009


Para as futuras mamães e papais!

Existem maneiras para saber se você está preparado para ser mãe ou pai...




Na gravidez: Para se prepararem para a maternidade, vistam um roupão e pendurem um saco de feijões à frente. Deixe-o ficar assim 9 meses. No fim, retire 10% dos feijões.

No parto: Pegue um tábua de madeira e faça um buraco do tamanho de um limão, agora tente lentamente e com muito cuidado passar uma melância por ele, sem danificar a melância. Tempo de execução da tarefa: 5 horas ou mais

Vestindo a roupinha: Vestir as crianças não é tão fácil como parece, para treinar compre um polvo vivo de bom tamanho e vá colocando, sem machucar a criatura, as peças de roupa seguindo esta ordem: Fraldas (é proibido colar o adesivo nas pernas), blusinha (um braço de cada vez), calça, sapatinhos, casaquinho e touquinha. Acalme o polvo quando necessário e lembre-se que não é permitido amarrar nenhum dos membros.Tempo de execução da tarefa: uma hora e meia ou duas.

Comendo papinha: Compre um melão e faça um buraquinho nele, tire o miolo, suspenda o melão no teto com um barbante comprido e balance-o vigorosamente. Prepare um prato de papinha bem saborosa. Agora tente enfiar com uma colherinha a papinha no buraquinho. Continue até ter enfiado pelo menos metade da sopa pelo buraquinho. Sorria e faça aviãozinho.
Despeje a outra metade no seu colo. Não é permitido gritar. Limpe o melão, limpe o chão, limpe as paredes, limpe as janelas, limpe o teto, limpe os móveis à volta. Vá tomar um banho se tiver alguém para ficar com o melão, digo polvo, digo bebê.Tempo para execução da tarefa: uma hora e meia ou duas.

Indo ao mercado: Vá ao supermercado e leve consigo uma cabra em idade adulta. Caso queira ter mais de um filho, leve mais do que uma cabra.
Faça as compras sem perder a(s) cabra(s) de vista, tente segurá-las durante todo o percurso e retire da boca delas tudo que elas pegaram. Por fim pague tudo o que elas destruírem. Tempo para execução da tarefa: uma hora e meia ou duas.

Passeando com a criança: Vá para a pracinha mais próxima. Agache-se e pegue uma bituca de cigarro. Atire fora a bituca, dizendo com firmeza: NÃO!
Agache-se e pegue um palito de picolé sujo. Atire fora o palito, dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue um papel de bala. Atire fora o papel de bala, dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue uma barata morta. Atire fora a barata morta, dizendo com firmeza: NÃO! Faça isso com todas as porcarias que encontrar no chão da pracinha.
Tempo para execução da tarefa: o dia inteiro.

Passando a noite com o bebê: Pegue um saco de arroz e passeie pela casa com ele no colo das 20h às 21h. Deite o saco de arroz.
Às 22h, pegue novamente o saco, prepare uma mamadeira, repita o exercício do melão, e passeie com ele até as 23h.
Deite o saco e vá se deitar. Levante à 1h30min e passei com o saco até as 2h. Deite o saco e você. Levante às 2h15min e vá ver a sessão corujão porque não consegue mais pegar no sono.Deite às 3h.
Levante às 3h30min, pegue o saco de arroz e passeie com ele até as 4h15min. Deitem-se os dois (cuidado para não usar o saco de travesseiro).
Levante às 6h e pratique os exercícios de vestir o polvo e de alimentar o melão.
É permitido chorar.


Repita tudo o que disser, pelo menos cinco vezes.
Repita a palavra NÃO a cada 10 minutos, fazendo o gesto com o dedinho.
Gaste uma parcela significativa do seu orçamento com leite em pó, fraldas, brinquedos, roupinhas e DVDs.
Passe semanas a fio sem ir ao cinema, sem sair com amigos, sem sexo...Tempo para execução da tarefa: a noite inteira e boa parte da manhã.
ATENÇÃO: Não é permitido enlouquecer!
(autor desconhecido)



sábado, 17 de janeiro de 2009


Bem, essa semana me aconteceu tanta coisa que vou resumir apenas na consulta da GO de segunda feira 12/01, para não fugir muito do assunto.

Ela comprovou que no ciclo passado não ovulei mesmo. Olhou os exames e Progesterona está baixa. Receitou o Clomid de novo, porém em dose cavalar, dois comprimidos por dia em 05 dias isso no terceiro dia que a Lady vier, e tomar a progesterona após o
16º dia do ciclo, fiquei tranquila com ela e esperançosa, mas só vou começar ciclo que vem.
No dia que "treinei" era dois depois que a LadyRed tinha ido embora. Ai que pintou a duvida se tive a borrinha a semana toda juntamente com sangue, e só no dia 05/01 ela desceu toda, mas o que mais me intrigou ela foi embora na segunda feira após o almoço, a Dra Fernanda achou estranho, disse que tem haver com a progesterona, que esqueci de tomar COMO SEMPRE!!! Eu para toamr remédio sou Ó do borogodó... cabecinha de ventooo mesmo....

Tenho que lembrar sempre...

LadyRed desse mês: a partir de 28/01 até dia 05/02. ai sim, vamos começar tudooo de novo...

O Lindo está viajando entao vamos relaxar!!!





terça-feira, 13 de janeiro de 2009






Desde pequena, Karina só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Boshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer que outra atividade. Os rapazes já haviam-se resignado: o coração de Karina tinha lugar somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.

Um dia, Karina teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Diretor Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a companhia. Dançou como se fosse seu último dia na terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida interia pudesse ser contada em um único passo.

Ao final, aproximou-se do Máster e perguntou-lhe:

-Então, o Senhor acha que posso ser uma Gran Ballerina?

Na longa viagem viagem de volta à sua aldeia, Karina, em meio às lagrimas, imaginou que nunca mais aquele "não" deixaria de soar em sua mente.

Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha, ou fazer seu alongamento em frente ao espelho.

Dez anos mais tarde, Kariana, já uma estimada professora de Ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região.

Sentou-se bem à frente e notou que o Sr.Davidovitchi ainda era o Diretor Máster.

Após o concerto, aproximou-se dele e contou-lhe o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-le dizer que não seria capaz.

- Mas, minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes, respondeu o Sr Davidovitchi.

-COmo o Senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!

Havia solidariedade e compreenssão na voz do Máster, mas ele não hesitou ao responder:

-Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ser sido grande o sufiente, se foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de uma outra pessoa.



O primeiro passo, para se realizar um objetivo é ter a convicção de que é possível alcançá-lo não importando em quantas tentativas.



Parabolas Eternas/ Organização: Legrand

Belo Horizonte: Soler Editora, 2004



segunda-feira, 12 de janeiro de 2009


A Deise que nos orientou muito bom memso...

Vulvovaginites


São doenças infecciosas e condições inflamatórias que afetam a mucosa vaginal e freqüentemente envolvem a vulva; o corrimento vaginal é comum.



Etiologia

A maioria das vulvovaginites e dos corrimentos vaginais sintomáticos é causada por bactérias, em geral a Gardnerella vaginalis em combinação com vários anaeróbios. Os protozoários (Trichomonas vaginalis) causam 1/3 de todos os casos; a infecção por cândida é uma causa freqüente em grávidas e DMs; ocasionalmente, os ACHOs Ý suscetibilidade. Outra causa importante é o HPV. O tipo 6 é o mais comumente associado com infecção vaginal, como também, em menor grau, os tipos 11, 16 e 18 (os 2 últimos com displasia cervical e neoplasia maligna). Outras causas menos comuns são bactérias (gonococo, clamidia, micoplasma, estreptococos, E. coli e estafilococos), corpos estranhos, infecções viróticas (HSV), oxiúro, fístulas, Rxt e tumores do trato genital.

A adenose vaginal e cervical extensas, encontradas em algumas mulheres expostas ao dietilestilbestrol; pode produzir corrimento excessivo. As duchas com produtos químicos, podem perturbar o meio vaginal normal. Os desodorantes em aerossol, sabões e amaciantes de tecidos, aditivos para a água de banho podem causar irritação vulvar. Roupas íntimas apertadas, não porosas, não absorventes, bem como higiene precária podem acelerar o crescimento de fungos e bactérias. Ocasionalmente, sensibilidade a espermicidas, lubrificantes do coito ou látex do diafragma ou preservativo podem causar irritação.

A etiologia precisa ser considerada por grupos etários, devido às diferenças na atividade sexual e estrogênica. Nos anos reprodutivos, quando o estrogênio se encontra presente, a vulvite é secundária à infecção vaginal, enquanto as mulheres que se encontram na pré-menarca e pós-menopausa comumente apresentam vulvite isolada.

As recém-nascidas podem apresentar secreção mucóide estéril, secundária aos estrogênios maternos, que desaparecem em 2 semanas; pequeno sangramento pode ocorrer por esse efeito de "supressão de estrogênio".

Durante a infância, a E. coli é a mais encontrada com a vulvite; os estreptococos, estafilococos e a cândida são encontrados com ß freqüência. Ocasionalmente, o oxiúro ou a N. gonorrhoeae causam infecção. Quando um corrimento se encontra presente, especialmente com sangue, um corpo estranho precisa ser considerado, bem como um tumor relacionado ao DES.

A anatomia ainda imatura e a higiene precária contribuem para a infecção; as meninas na pré-menarca têm os pequenos lábios de tamanho reduzido, mucosa vaginal fina e pouca secreção cervical. Elas apresentam secreção escassa, a qual tem pH alcalino, com poucas bactérias. A quantidade de secreção Ý quando a produção de estrogênio Ý , até 1 ano ou mais antes da menarca.

Nos anos reprodutivos em mulheres, uma secreção esbranquiçada, aquosa ou mucóide se origina da cérvix ou por descamação das células vaginais. A quantidade e o tipo de secreção variam durante o ciclo menstrual e com a estimulação sexual, com a transudação de líquido vaginal e secreção pela glândula de Bartholin. Bactérias, principalmente lactobacilos e corinebactérias e fungos, geralmente estão presentes.

O pH vaginal varia de 3,5-4,5; a acidez tende a ß com o sangue menstrual, muco cervical infectado, transudato vaginal ou sêmen. O conteúdo de glicogênio é Ý , a mucosa vaginal é espessa e os lábios bem desenvolvidos. Níveis Ý hormônios, como na gravidez e no uso de ACHOs, podem alterar o metabolismo da vagina.

Nas mulheres em pós-menopausa, as bactérias e fungos são os agentes infecciosos mais freqüentes e tricomonas é menos comum. A depleção de estrogênio menopáusico devido à idade, ovariectomia, Rxt da pelve ou níveis temporários ß estrogênio (lactação) fazem com que as estruturas vulvares regridam e que a mucosa vaginal se afine. A secreção torna-se escassa e o pH Ý de 4,5 para 5,5. O epitélio vaginal e vulvar atrófico é mais facilmente traumatizado e infectado. As distrofias e os tumores, tornam-se progressivamente mais comuns com o envelhecimento. As foliculites e outros distúrbios dermatológicos podem afetar a pele da vulva. Os corpos estranhos, especialmente os pessários esquecidos, podem ser a causa do corrimento.




Sintomas, Sinais e Diagnóstico

A queixa mais comum é a de corrimento vaginal, com ou sem irritação vulvar. O corrimento vaginal é anormal quando seu odor é desagradável, quando ocorre prurido, irritação, dor ou quando a sua quantidade importuna a paciente. A consulta inicial deve incluir um exame físico completo e Hx clínica, com atenção aos detalhes sobre o corrimento (cor, consistência, odor, duração e sintomas). O tipo de corrimento pode sugerir a causa. A paciente deve ser questionada sobre o período de sua ocorrência durante o ciclo; se é recorrente; resposta à terapia prévia; se existe prurido vulvar, queimação, dor ou alguma lesão presente.

As perguntas devem abordar a atividade sexual; o uso de contraceptivos; deve-se perguntar se o parceiro apresenta corrimento uretral, prurido, lesões penianas, irritação pós-coito ou terapia para infecção; uso de substâncias químicas sobre a vulva ou vagina; mudança recente nos produtos com que se lava a roupa; qualquer doença venérea ou infecção parasitária; e se qualquer pessoa da casa tem apresentado prurido na região púbica.

Após o exame geral, a vulva é examinada em relação a eritema, edema, escoriação e lesões anormais. Devem ser realizadas biópsias das lesões vulvares isoladas; caso a maior parte da vulva se encontre branca e espessada (como no líquen escleroso) ou se apresente anormal de qualquer outra forma, o local de biópsia deve ser selecionado por azul de toluidina e, então, descorado com ácido acético; a biópsia é feita nos locais que permanecem corados.

Os parasitas devem ser procurados, nódulos aumentados palpados, culturas para vírus realizadas em caso de úlceras, verificada a secreção uretral e das glândulas de Bartholin. Em crianças, uma cultura deve ser obtida da vulva ou da forquilha; caso esteja presente o corrimento, uma cultura vaginal deve ser realizada. A criança deve ser examinada quanto à presença de corpo estranho ou oxiúros.

A secreção fisiológica perturba devido à sensação de umidade e de roupa suja, mas não apresenta odor desagradável nem tende a produzir vulvite. A vaginose bacteriana tende a produzir secreção esbranquiçada, acinzentada, amarelada, turva e com cheiro de "peixe", que Ý quando o corrimento se torna alcalino (após o coito ou após lavagem com sabão). O prurido vulvar ou irritação podem estar presentes, mas o eritema ou edema não são importantes.

A infecção por cândida é sugerida por prurido vulvar moderado a grave e sensação de queimação com eritema e escoriações. O corrimento espesso, com aspecto de queijo, que pode estar presente, tende a aderir às paredes vaginais. Os sintomas Ý na semana pré-menstrual. As pacientes DM malcontroladas e as pacientes em uso crônico de tetraciclina para acne são as candidatas para recidiva.

A infecção por tricomonas é marcada por um corrimento branco, verde-acizentado ou amarelado que pode ser espumoso. Aparece pouco depois da menstruação e pode ter mau cheiro devido à coexistência de microrganismos anaeróbios. O prurido é intenso. Pode ser encontrada inflamação aguda da vagina com pequenas manchas em "morango".

Um corrimento aquoso, especialmente se sanguinolento, pode sugerir neoplasia maligna da vagina ou trato genital alto. Os pólipos cervicais ou endometriose podem também produzir este tipo de secreção, com sangramento após o coito. O corrimento pode estar relacionado à vaginite atrófica, vaginite por Rxt ou corpo estranho. A vagina atrófica é frágil e locais de sangramento podem ser identificados. Uma lesão agudamente dolorosa da vulva sugere infecção por HSV ou abscesso local. O prurido crônico ou desconforto da vulva sugere líquen escleroso ou carcinoma in situ. Na vulvite crônica, distrofias localizadas e neoplasia maligna devem ser excluídas por biópsia.

Utilizando-se espéculo, deve-se inspecionar a vagina, checar o pH e obter uma amostra do corrimento. Esta é diluída sobre 2 lâminas – uma com NaCl e outra com KOH, examinando-se a última amostra com relação ao odor liberado. No exame microscópico, a T. vaginalis pode ser vista como microrganismos unicelulares, móveis e flagelados. A presença de leucócitos e células "clue" e muitas bactérias sugerem vaginose bacteriana. No KOH, podem ser vistos micélios e/ou esporos de cândida.

O colo do útero deve ser inspecionado, com coleta de Papanicolaou e realização do exame bimanual.




Tratamento

Um corrimento fisiológico requer apenas que se realce sua normalidade. Ocasionalmente, uma ducha com água pode ß quantidade da secreção e, assim, o corrimento. As meninas pré-puberais devem ser instruídas com respeito à higiene perineal. Os corpos estranhos devem ser removidos. As causas específicas de corrimento necessitam de terapia específica. Os antiinflamatórios tópicos, tais como a hidrocortisona, podem ser usados até que uma terapia específica seja instituída, após os resultados de cultura terem sido obtidos. Caso tenham ocorrido adesões entre os lábios, secundariamente à inflamação prévia dos lábios, a aplicação de creme vaginal de estrogênio geralmente abre os lábios. Duchas de iodopovidona podem causar alívio, até que a terapia específica seja eficaz e possa ß as recorrências de Cândida.

A cândida é tratada topicamente com miconazol ou clotrimazol, sob a forma de creme, comprimidos ou supositórios vaginais. O cetoconazol é indicado raramente – apenas em caso de doença recorrente ou recidivante.

A tricomonas é tratada com metronidazol em dose única. Idealmente, o parceiro sexual também deve ser tratado.

As infecções por gardnerela ou por anaeróbios são tratadas de modo semelhante ao da tricomonas com metronidazol.

As infecções por clamidia são tratadas com doxiciclina ou eritromicina. O micoplasma é tratado com doxiciclina. Para quaisquer dessas infecções, os parceiros sexuais devem ser tratados simultaneamente.

Vulvite aguda – O fator etiológico deve ser tratado e medidas devem ser tomadas para ß inflamação aguda; p. ex., utilização de roupas frouxas, absorventes que permitam a circulação do ar, manter a vulva limpa (sabões devem ser evitados). Esteróides tópicos são úteis, bem como anti-histamínicos VO. O aciclovir VO pode ß sintomas e abreviar a evolução da infecção herpética. O tratamento sintomático com produtos que aliviem a dor e pomadas anestésicas pode ser útil.

A vaginite atrófica é tratada com reposição estrogênica; muitas pacientes respondem ao estrogênio VO. Se for usado estrogênio regularmente, é necessário o acetato de medroxiprogesterona para evitar hiperplasia endometrial. Os sintomas podem voltar com a interrupção do tratamento. Outras pacientes dão-se melhor com creme vaginal de estrogênio para manter o epitélio vaginal corneificado e saudável.

A vulvite crônica leva à inflamação crônica. Ocasionalmente, é devido à higiene precária, especialmente em idosas que se encontram incontinentes e restritas ao leito, respondem bem a uma melhora das condições higiênicas. As doenças da pele que podem causar uma vulvite crônica (psoríase ou pitiríase versicolor) necessitam de tratamento adequado e, no caso de infecção, esta é tratada com ATBs específicos. Todas as substâncias que podem causar irritação crônica devem ser retiradas.

As distrofias vulvares podem ocorrer em qualquer idade, mas em geral ocorrem na pós-menopausa. A distrofia atrófica vulvar tem sido chamada de líquen escleroso e atrófico, craurose vulvar e vulvite atrófica. A testosterona aplicada em pequenas quantidades é benéfica.

A distrofia hiperplásica provoca uma área esbranquiçada ou avermelhada na superfície da vulva. O tratamento inicial com esteróides fluorados tópicos alivia o prurido. Para uso a longo prazo, a hidrocortisona evita a atrofia e contração. A excisão cirúrgica não é indicada. Exames de acompanhamento com pesquisa constante de uma alteração progressiva e possível neoplasia maligna são essenciais.

As distrofias atípicas devem ser removidas. Devem ser feitas biópsias em todas as distrofias antes do tratamento.



sábado, 10 de janeiro de 2009



Afinal de contas... O que é ansiedade?

Por: Paula Falcão[ Ver todos ]
Publicado em: 31/08/2007 15:35:38


As pessoas extremamente ansiosas são 25% mais propensas a desenvolver células malignas que podem resultar em algum tipo de câncer. A descoberta foi resultado de um estudo publicado recentemente na revista médica britânica New Scientist.Há autores que definem a era moderna como a Idade da Ansiedade, associando a este acontecimento psíquico a agitada dinâmica existencial da modernidade: sociedade industrial, competitividade, consumismo desenfreado e assim por diante.

Diz-se que a simples participação do indivíduo na sociedade contemporânea já é, por si só, um requisito suficiente para o surgimento da Ansiedade. Portanto, viver ansiosamente passou a ser considerada uma condição do homem moderno ou um destino comum a que todos estamos, de alguma maneira, condicionados.

Com certeza, até por uma questão biológica, podemos dizer que a Ansiedade sempre esteve presente na jornada humana desde os tempos da caverna até a era espacial. A novidade é que só agora estamos dando atenção à quantidade, tipos e efeitos dessa Ansiedade sobre o organismo e sobre o psiquismo humano, de acordo com as concepções da prática clínica, da medicina psicossomática e da psiquiatria.

1 - TRANSTORNO ANSIOSO

Como a Ansiedade é uma grande mobilizadora de distonias (desarmonias) do Sistema Nervoso Autônomo, a sintomatologia do Transtorno de Ansiedade é rica em elementos físicos e vegetativos (internos e autônomos). Portanto, neste tipo de transtorno encontramos a sintomatologia psíquica e também a física.

Sobre a sintomatologia geral, recomenda-se a observância de pelo menos SEIS dos seguintes 18 sintomas, quando freqüentemente presentes:
01 - tremores ou sensação de fraqueza
02 - tensão ou dor muscular
03 - inquietação
04 - fadiga fácil
05 - falta de ar ou sensação de fôlego curto
06 - palpitações
07 - sudorese, mãos frias e úmidas
08 - boca seca
09 - vertigens e tonturas
10 - náuseas e diarréia
11 - rubor ou calafrios
12 - polaciuria (aumento de número de urinadas)
13 - bolo na garganta
14 - impaciência
15 - resposta exagerada à surpresa
16 - dificuldade de concentração ou memória prejudicada
17 - dificuldade em conciliar e manter o sono
18 - irritabilidade

Convém sublinhar que estes sintomas costumam estar relacionados ao estresse ambiental crônico. Além disso, essas características têm um curso flutuante, variável e com uma tendência a ficarem crônicos. Com certa freqüência a Ansiedade está associada à Depressão, à Fobia e também a outros sintomas emocionais, mas, nestes casos, deverá ser incluída em outras classificações.

A Ansiedade passou a ser objeto de distúrbio no momento que o ser humano passou a considerá-la a serviço de sua existência e não mais a serviço de sua sobrevivência, como fazia antes. Por isso, o estresse passou a ser o representante emocional da Ansiedade, sua correspondência psíquica e egoicamente determinada. O fato de um evento ser percebido como estressante não depende apenas de sua própria natureza, como acontece no mundo animal, mas do significado que a pessoa atribui a ele, de seus recursos, de suas defesas e de seus mecanismos de enfrentamento. Isso tudo diz mais respeito à personalidade da pessoa que aos eventos do destino em si.

No ser humano o conflito parece ser essencial ao desenvolvimento da Ansiedade. Em nosso cotidiano, sem termos plena consciência, experimentamos um sem-número de pequenos conflitos, interpessoais ou intrapsíquicos; as tensões entre ir e não ir, fazer e não fazer, querer e não poder, dever e não querer, poder e não dever, e assim por diante. Portanto, motivação fisiológica para o aparecimento da Ansiedade existe de sobra.

Não se pode confundir Ansiedade com Medo. São emoções tão corriqueiras que os dicionários estão cheios de sinônimos. A principal diferença entre Medo e Ansiedade é que o Medo ocorre como uma resposta a um perigo real e a Ansiedade ocorre sem que qualquer tipo de perigo objetivo esteja presente. A Ansiedade é um estado emocional parecido com o Medo, porem dirigido para o futuro, desproporcional (a uma ameaça reconhecível) e que traz intenso desconforto físico.

É possível lidar com a ansiedade usando de psicoterapias e/ou de tratamento famacológico. Além disso, algumas dicas, como as que são citadas aqui, têm se mostrado eficazes no controle da ansiedade. Perceber o problema é um grande passo, controlá-lo requer uma dose de persistência, paciência e muitas vezes ajuda profissional.

1- Aprenda a Relaxar
2- Respirar é algo tão automático na nossa existência que poucos imaginam o quanto este ato está relacionado a ansiedade
3- Praticar esportes ou simplesmente caminhar são recursos úteis na diminuição da ansiedade e do estresse
4- Evite café, cigarro, bebidas do tipo “cola” e outros estimulantes
5- Se você tiver interesse em técnicas de meditação, saiba que elas são extremamente úteis no controle da ansiedade
6- Tenha pensamentos mais otimistas.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2009





Achei isso em um outro forum e gostaria de divulgar, pois nos ajuda muito...

Medicamentos:

A maioria dos medicamentos utilizados em tratamentos de infertilidade são na verdade os próprios hormônios envolvidos na reprodução. Hormônios como o FSH, LH, HCG e Progesterona podem ser obtidos de fontes urinárias humanas ou produzidos sinteticamente por meio de modernos métodos biotecnológicos. Entretanto, existem outros medicamentos que ajudam a estimular a ovulação.

A gravidez multipla é um risco sempre que a ovulação é induzida com medicamentos para a fertilidade. Na concepção natural, não assistida, o risco é aproximadamente de uma em oitenta; na indução da ovulação é de cerca de uma em vinte. Não existe aumento de risco de defeitos congênitos por qualquer dos medicamentos para a fertilidade.

Vejamos a seguir alguns medicamentos utilizados no tratamento da infertilidade:

Citrato de Clomifeno:

O medicamento mais comumente usado na indução da ovulação é o citrato de clomifeno, que é utilizado durante os primeiros dias do ciclo. Os resultados mostram que quatro de cada cinco mulheres que recebem clomifeno ovulam, mas apenas cerca de uma em cada três engravida. A dose pode variar de 50 a 100 miligramas diários. O clomifeno pode provocar o espessamento do muco cervical, por isso um teste pós-coito pode mostrar ao médico como os espermatozóides estão sobrevivendo no trato genital.
Têm sido relatados efeitos colaterais com o clomifeno, principalmente distúrbios gástricos e intestinais, fogachos, inchaço, cefaléia, tonturas, depressão e desconforto nas mamas.
Nomes comerciais: Serophene, Clomid, Indux.
Custo aproximado: R$40,00 por ciclo de indução.

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Gonadotrofinas (FSH e LH):

Enquanto o clomifeno é uma droga útil para muitas mulheres com problemas de infertilidade, nem sempre é bem sucedido ou adequado, especialmente nas mulheres com SOP (porque pode causar altetações inúteis na liberação dos hormônios reprodutivos). Portanto, se o clomifeno não der bom resultado dentro de, digamos, seis meses, geralmente serão solicitados mais exames e tratamentos alternativos. Os preparados de gonadotrofina são derivados de fontes urinárias humanas, e fornecem FSH e LH em várias quantidades. Recentemente os preparados com gonadotrofina têm sido produzidos sinteticamente utilizando-se biotecnológicos. Esses novos preparados podem ser administrados por meio de injeções subcutâneas (sob a pele), preferivelmente à injeção intramuscular mais profunda, necessária com os preparados originais. As gonadotrofinas são preparados úteis nas mulheres cuja liberação própria de FSH e LH pela pituitária é anormal.
O tratamento com gonadotrofina geralmente é iniciado alguns dias após o início de um período menstrual. As mulheres que não estão menstruando devem ser antes monitoradas por ultra-som, podendo ter um ciclo induzido por um tratamento com progesterona. A dose administrada de gonadotrofinas varia de uma paciente para outra, dependendo de como os ovários respondem a esse tratamento. As injeções podem ser dadas diariamente ou em dias alternados.
Nomes comerciais: Gonal (FSH), Fostimon (FSH), Puregon (FSH), Menogon (FSH+LH)
Custo aproximado:
- Indução para coito programado ou Inseminação
Artificial: de R$400,00 à R$2.000,00 por ciclo.
- Indução para Fertilização in Vitro ou ICSI:
de R$2.000,00 à R$6.000,00 por tentativa.
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Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG):

O HCG é um tipo de ganodotrofina utilizado para a maturação final dos óvulos e rompimento dos folículos (ovulação). Durante a estimulação ovariana usando o FSH, o crescimento dos folículos é monitorado por ultra-sonografia, e quando atingirem o tamanho adequado (superior a 17mm), é administrada uma dose de HCG, que provocará a ovulação dentro de 36 a 40 horas aproximadamente.
Nomes comerciais: Choragon, Choriamon, Ovidrel, Pregnyl
Custo aproximado:
- Indução para coito programado ou Inseminação
Artificial: R$80,00 por ciclo.
- Indução para Fertilização in Vitro ou ICSI:
R$160,00 por tentativa.
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Progesterona:

A progesterona deve ser utilizada logo após a ovulação para estimular o espessamento do endométrio e prepará-lo para receber o embrião. Deve também ser administrada preventivamente nos primeiros meses da gestação para evitar sangramentos ou abortos.
Nomes comerciais: Utrogestan (cápsulas),
Crinone (gel vaginal).
Custo aproximado: O Utrogestan custa cerca de R$250,00 a caixa com 30 cápsulas, que pode dar para 15 a 30 dias de uso, dependendo da dose receitada pelo su médico.
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Metformina:
A Metformina trata-se de um medicamento tradicionalmente utilizado no tratamento da diabetes e que vem recentemente sendo utilizado para tratar sintomas da Síndrome do Ovário Policístico (SOP).
A utilização de Metformina em pacientes com SOP reduz os níveis séricos de insulina e, conseqüentemente, de testosterona, restaurando a função ovulatória e a ciclicidade menstrual, assim como pode prevenir as alterações metabólicas associadas à SOP (diabetes melito II, hipertensão, dislipidemia e cardiopatia). A Metformina deve ser usado como primeira abordagem na SOP nas pacientes com resistência à insulina e/ou obesas.
Os efeitos colaterais mais comuns da Metformina são distúrbios gastrointestinais, que podem ser diminuidos com a introdução gradual das doses. Os resultados são observados após três a seis meses de uso contínuo, sendo possível associar a Metformina ao citrato de clomifeno e/ou gonadotrofinas na indução da ovulação em pacientes com SOP e resistentes ao citrato de clomifeno.
Estudos mostram que em cerca de 40% dos casos de portadoras de SOP reassumem as menstruações espontâneas e mostram evidências de ovulação depois do tratamento apenas com Metformina. Efeitos colateráis são observados na mesma proporção.
A eficiência da Metformina sobre a reprodução pode ser superior à do tratamento tradicional com citrato de clomifeno, mas ainda precisa ser mais testada em ensaios comparativos.
Nomes comerciais: Cloridrato de Metformina (Genérico),
Glifage, Glucoformin, Metformin, etc.
Custo aproximado: Cerca de R$8,00 a caixa com 30 comprimidos de 500mg.
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Ácido Fólico:

O ácido fólico é uma vitamina do complexo B cuja ingestão deve começar ainda no planejamento da gravidez. Ele garante a saúde da mãe e o desenvolvimento do bebê já que é responsável pela síntese dos ácidos nucléicos (substâncias que produzem proteínas, tecidos, e também o código genético, como o DNA, por exemplo.)
A simples suplementação de ácido fólico três meses antes e nos três primeiros meses da gravidez são suficientes para reduzir em até 95% problemas de má formação do tubo neural.
O tubo neural funciona como o sistema nervoso primitivo do feto. É uma estrutura do embrião precursora do cérebro e da medula espinhal. O fechamento deste tubo é essencial para formar a calota craniana e coluna vertebral do bebê. Isso ocorre entre 22º e 28º dias após a concepção.
Algumas dos defeitos que podem ocorrer pela deficiência de ácido fólico são a anencefalia (falta de cérebro), espinha bífida, meningo-miolocele e encefalocele.
O ácido fólico também é importante para a amamentação. Portanto, é recomendado continuar tomando as vitaminas durante toda a gravidez.
O ácido fólico é encontrado em alimentos como brócolis, espinafre, gema de ovo, fígado, feijão, peixes, mas em quantidades insuficientes para suprir as necessidades da mulher que deseja engravidar. O médico normalmente prescreve o uso de comprimidos 5 mg ao dia que contenham a vitamina e podem ser encontrados até de graça em postos de saúde.
Nomes comerciais: Ácido Fólico (genérico), Folacin,Afopic, Néo-Fólico, entre outros.
Custo aproximado: Dependendo do fabricante, pode custar de R$15,00 a R$30,00 a caixa com 20 comprimidos, mas pode também ser conseguido gratuitamente nos postos de saúde.


Espero que tenha gostado!!!
Site em que tirei as informações:http://inforum.insite.com.br/clomid/3572556.html



quarta-feira, 7 de janeiro de 2009


Estou magoada, algumas meninas sairam do Cantinho por causa de trocas de farpas de novo... Tudo que construi caiu por terra. o cantinho está desmorandoooo, e isso tá me partindo o coração... tentei sair mas vi que nao valia a pena, tem tantas menians que amo de montao lá... Espero que pelo menos algumas fiquem...



segunda-feira, 5 de janeiro de 2009






Ouço isso mas não concordo, fico com medo de não conseguir SIM e quem não fica???
O nosso tempo na terra não é o mesmo de Deus, ele tem os propósitos para nós, isso eu sei e muito bem, mas nosso coração não aceita isso, doí e muito, vermos chuvas de positivos, entrar num supermercado e tropeçar em barrigudinhas, ter amigas grávidas...As vezes é complicado sim, temos que exercer a paciência sempre, e nunca desistir...
O mais engraçado é como podemos amar tanto e querer tanto uma pessoa que ainda nem nasceu???
Sentimentos estranhos esses nossos, as vezes fico aqui pensando, já nao sonho acordada, pois isso leva a devaneios e sofro muito com isso.A cabeça de uma mulher ao pensar em engravidar deveria ter um botão, onde poderiamos apertar assim que começássemos a pensar em Gravidez, no meio do serviço, voce tá lá trabalhando e puff aparece em seus pensamentos a tal gravidez, ai voce apertaria o botaozinho é OH parava. Seria interessante, que assim que falassemos eu quero, o nosso reloginho interno se movimentasse e funcionasse de primeira, numa primeira "trepada" mesmo, sem sofrimentos nem nada, mas nem sempre as coisas são assim. Temos que passar por baterias de exames, de Ultrassons (US), aprender calculos de ovulação, tabela basal... vixe muita coisa... Viramos especialistas em fertilização, fazemos testes e mais testes de farmacia para saber se estamos grávidas, testes apra saber se ovulamos. Meu Deus que loucura, e eu que nem gostava de matemática, me perco aqui marcando temperatura em celsius, tentando aprender que conta 14 dias deposi que a Lady Red vem, ahahah isso nunca aprendi...
E agente descobre amigos nessa caminhada, são tantas meu Deus, e cada uma ocupa um espacinho no coração da gente... Só assim mesmo para ter um tão sonhado bebê.
Passamos de namoradas, esposas, amantes para TREINANTES, puxa que promoção!!!

Mas tudo a seu tempo...




domingo, 4 de janeiro de 2009






Aqui começa um novo ciclo, um novo ano, a Lady Red, está uma semana me acompanhando antes era só a borrinha agora é ela memso que resolveu dar as caras, e está me deixando louca com essa cólica...
Ah gente, nao quis falar no Cantinho, mas vou aproveitar este tempinho em que nao estarei marcando nada, e nem treinando pra descansar um pouco, claro que vou retornar a GO primeiro e levar os exames para ela, ver o qeu relamente tá acontecendo, ando meio neurótica, to querendo fazer uma coisas diferentes, e se Deus quiser eu vou fazer sim!!!!
Vou voltar a ler, dormir na hora do meu almoço, rsrs, participar de alguma religiao, pensei em voltar ao centro me benzer, procurar mais a Deus também...
chega de Neuras!!! De ciclos errados!!! de temperatura Basal!!!! CHEGAAAAAAAAAAA...
Seja o que o Pai quiser agora...Estou fechando um ciclo de ansiedade na minha vida...